Quem Somos

Bienal do Livro de Paulo Afonso

A Bienal do Livro de Paulo Afonso é um dos mais importantes movimentos culturais dedicados à literatura no sertão nordestino. Criada para fortalecer o acesso ao livro, incentivar novos autores e promover o encontro entre escritores, educadores, estudantes e leitores, a Bienal se consolidou como um espaço de celebração do conhecimento, da cultura e da identidade regional.

O evento foi idealizado e realizado pelo jornalista, escritor e agente cultural Professor Antônio Galdino, através da empresa Folha Sertaneja, nascendo de um sonho que sempre acompanhou sua trajetória: propagar a literatura e transformar vidas por meio da leitura.

Desde sua primeira edição, a Bienal do Livro de Paulo Afonso reúne autores, pesquisadores, artistas e instituições culturais em uma grande festa literária que valoriza tanto a produção intelectual regional quanto o diálogo com a literatura nacional. Durante o evento, o público tem acesso a lançamentos de livros, palestras, debates, oficinas literárias, apresentações culturais e espaços dedicados ao incentivo à leitura entre crianças, jovens e adultos.

Mais do que um evento, a Bienal representa um movimento cultural permanente, que fortalece a educação, valoriza escritores e amplia o acesso da população ao universo da literatura.

Inspirada pelo compromisso de seu idealizador, a Bienal segue crescendo e se renovando a cada edição, mantendo viva a missão de estimular o pensamento, preservar a memória cultural e formar novas gerações de leitores e escritores.

História da Bienal

Linha do Tempo

Origem do sonho

A Bienal do Livro de Paulo Afonso nasceu da visão cultural do jornalista e escritor Antônio Galdino, que ao longo de décadas dedicou sua vida à promoção da literatura, da educação e da memória cultural do sertão do São Francisco.

Primeira edição

A primeira Bienal foi criada como um grande encontro literário para reunir escritores da região, incentivar novos autores e aproximar a comunidade do universo do livro. O evento rapidamente se transformou em um importante espaço de difusão cultural.

Consolidação regional

Com o passar das edições, a Bienal passou a reunir autores de diversos estados do Nordeste, ampliando sua relevância e fortalecendo o intercâmbio cultural entre escritores, educadores e leitores.

Expansão cultural

A programação passou a incluir lançamentos de livros, mesas-redondas, debates, oficinas, apresentações artísticas e atividades educacionais voltadas para estudantes e professores.

Atualidade

Hoje, a Bienal do Livro de Paulo Afonso se firma como um dos principais eventos literários do interior nordestino, reafirmando seu compromisso com a democratização do acesso ao livro e o incentivo à leitura.

Antônio Galdino

O idealizador da Bienal

O Professor Antônio Galdino é jornalista, escritor, editor e um dos maiores incentivadores da cultura e da literatura no sertão do São Francisco.

Ao longo de sua trajetória, dedicou sua vida à valorização da produção intelectual regional, ao fortalecimento da identidade cultural nordestina e ao incentivo à leitura como instrumento de transformação social.

Fundador da Folha Sertaneja, Antônio Galdino sempre acreditou que a literatura deveria estar ao alcance de todos. Foi com esse espírito que idealizou a Bienal do Livro de Paulo Afonso, criando um espaço onde escritores e leitores pudessem se encontrar, trocar experiências e celebrar o poder da palavra escrita.

Sua atuação como agente cultural contribuiu para revelar talentos literários, preservar a memória histórica da região e fortalecer o ambiente cultural do Vale do São Francisco.

A Bienal é, portanto, mais do que um evento: é a materialização de um sonho cultivado por décadas — o sonho de espalhar livros, conhecimento e cultura pelo sertão.