Quem Somos
Bienal do Livro Paulo Afonso Bahia
A Bienal do Livro Paulo Afonso Bahia é um dos mais importantes movimentos culturais e literários do sertão nordestino. Criada com o propósito de fortalecer o acesso ao livro, incentivar novos autores e promover o encontro entre escritores, educadores, estudantes, artistas e leitores, a Bienal consolidou-se como um espaço de valorização do conhecimento, da cultura e da identidade regional.
O evento foi idealizado pelo jornalista, escritor e agente cultural Professor Antônio Galdino, fundador da Folha Sertaneja, que dedicou grande parte de sua trajetória à promoção da literatura, da educação e da preservação da memória cultural do sertão do São Francisco.
Desde sua primeira edição, a Bienal vem reunindo autores, pesquisadores, artistas e instituições culturais em uma grande celebração literária, promovendo palestras, debates, lançamentos de livros, oficinas, apresentações culturais e ações de incentivo à leitura para crianças, jovens e adultos.
Mais do que um evento, a Bienal do Livro Paulo Afonso Bahia representa um movimento permanente de fortalecimento da educação, democratização do acesso à cultura e valorização da produção intelectual regional.
Ao longo dos anos, a Bienal tornou-se referência no interior nordestino, ampliando seu alcance e fortalecendo o intercâmbio cultural entre diferentes regiões do país.
História da Bienal
Origem do Sonho
A Bienal do Livro Paulo Afonso Bahia nasceu da visão cultural do Professor Antônio Galdino, que sempre acreditou no poder transformador da leitura e da literatura como ferramentas de inclusão, educação e desenvolvimento social.
Seu sonho era criar um grande encontro literário no sertão, capaz de aproximar escritores e leitores, valorizar autores regionais e incentivar novas gerações de leitores e produtores culturais.
Linha do Tempo da Bienal
1ª Bienal do Livro Paulo Afonso Bahia
06 e 07 de novembro de 2014
A primeira edição marcou o nascimento oficial da Bienal do Livro Paulo Afonso Bahia. O evento reuniu escritores, estudantes, educadores e artistas em um importante movimento de valorização da literatura regional e incentivo à leitura.
2ª Bienal do Livro Paulo Afonso Bahia
2016
A segunda edição ampliou a participação de autores e instituições culturais, fortalecendo a Bienal como um espaço de intercâmbio cultural e formação literária no sertão baiano.
3ª Bienal do Livro Paulo Afonso Bahia
2018
Com uma programação ainda mais diversificada, a terceira edição consolidou a Bienal como um dos principais eventos literários do interior nordestino, reunindo escritores de diferentes estados da região.
4ª Bienal do Livro Paulo Afonso Bahia
2022
A quarta edição marcou o retorno do evento em grande estilo, reafirmando o compromisso com a democratização do acesso ao livro, à cultura e à educação.
5ª Bienal do Livro Paulo Afonso Bahia
25 e 26 de julho de 2026
A quinta edição representa um novo marco na história da Bienal, trazendo uma programação ampla com palestras, oficinas, apresentações culturais, lançamentos de livros e participação de escritores, pesquisadores, educadores e artistas de diversas áreas.
O evento acontecerá no CETIPA – Colégio Estadual de Tempo Integral de Paulo Afonso (Antigo Polivalente), fortalecendo ainda mais o papel da Bienal como referência cultural e educacional no sertão do São Francisco.
Antônio Galdino
O Idealizador da Bienal
O Professor Antônio Galdino é jornalista, escritor, editor e um dos maiores incentivadores da cultura e da literatura no sertão do São Francisco.
Ao longo de sua trajetória, dedicou sua vida à valorização da produção intelectual regional, ao fortalecimento da identidade cultural nordestina e ao incentivo à leitura como instrumento de transformação social.
Fundador da Folha Sertaneja, Antônio Galdino sempre acreditou que a literatura deveria estar ao alcance de todos. Foi com esse espírito que idealizou a Bienal do Livro Paulo Afonso Bahia, criando um espaço onde escritores, leitores e artistas pudessem compartilhar experiências e celebrar o poder da palavra escrita.
Sua atuação como agente cultural contribuiu significativamente para revelar novos talentos literários, preservar a memória histórica da região e fortalecer o ambiente cultural do Vale do São Francisco.
A Bienal é, portanto, mais do que um evento: é a materialização de um sonho cultivado por décadas — o sonho de espalhar livros, conhecimento e cultura pelo sertão nordestino.





















































